terça-feira, 5 de julho de 2011

Existe Dança sem música Quando o silencio é a ponte de comunicação com o outro


Segundo María Fux, dançateraupeta quem vem ao longo de anos desenvolvendo um trabalho onde a Dança e o silêncio criam formas quem nascem dentro de sim. Ela foi comprovando que o ritmo não é audível e sim um caminho que nasce e percorre o interior de cada um. A isto ela atribuiu o nome de ritmo interno " são ritmos que nos pertecem e se expressam diante estados dinãmicos e próprio de cada pessoa."
È o ritmo que vem do coração, respiração, circulação de nosso sangue, ritmo como comemos e caminhamos, etc.
Foi então dançando o silêncio que María Fux encontrou a ponte de comunicação com os surdos (D.A) e não audíveis; atra vés da Dança e dos movimentos, as pessoas aprendem a se comunicar com o mundo, que se conhece os limites, o potencial criativo que se amplia fazendo com que o corpo agora se transforem num poderoso veículo de comunicação ou mais forte que sons e palavras " ... sempre digo que não ensino mas que sou um estímulo, uma ponte de comunicação na qual dou os elemnetos que tem uma música, no silencio e nos ritmos internos que todos temos, o q ue faço é estimular as potencialidades que todos os ritmo, não falo em curar, e sim em mudar, transformar qualquer que seja o tipo ou a gravidade do problema sempre há algo que se possa modificar" (FUX).
Por isso deve-se utilizar diversos elementos que estimulem o movimento com son e ritmos internos do corpo(respiração, ritmo do coração, pulsação), palavras, imagens de pintura, papel crepon colorido, refeltores de luz, elásticos, balões coloridos, música, etc.
O uso das palavras servem para mobilizar o trabalho com os surdos (D.A)e saõ e sua maioria palavras nascidas do proprio corpo como o amor, limites, abrir, fechar, tirar do corpo... essas palavras tem ritmo e vibração que se transformam em formas expressas e penetram em nós, interagem em nossos corpos de acordo com a nossa sensibilidade. Ao dar vida e forma as palavras e objetos,percebemos que estamos vivos.
O recurso da música é como um fio, uam linha invisivel que tem continuidade ou não, dependendo de como se vê o corpo.
Diante de uma obra de arte, de im desenho colorido, de um papel ou tecido colorido, o corpo sempre age positivamente.
Através da Dança e da criatividade nos movimentos as pessoas aprendem a se comunicar com o mundo exterior, resagtando e impulsionando a criativaidade das pessoas, ofrecendo-lhes confiança e incetivo para criarem seus próprios movimentos, não esquecendo de respeitar o ritmo e o limite individual, pois respietando as limitaçoes do outro, é possivel dizer: "sim, eu sou capaz"; sempre provocand mudanças positivas naqueles que prtaicam.
isto tudo promove a conscientização e a auto-descoberta dessas pessoas, fazendo com que o individuo desperte para possibilidades não percebidas, criando um novo olhar sobre si mesmo, melhorando a qualidade de vida interior, conseguindo integrá-los, onde estes possam experinentar e contribuir para que a beleza do movimento seja revelada junatamnete com o respeito e auto-aceitação.

Nani (por María Fux)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dias das Mães!!!














Lais Rossi ou simplesmente Lala!!!

Dedico esta postagem a futura bailarina Lais Rossi ou simplesmente Lala que além de linda, delicada, esforçada, filha de uma grande amiga e ñ por isto o destaque, mas por mérito mesmo!!!
Olha se ñ tem leva jeito para ser uma Grande Bailarina!






Coreografia A Grande Valsa (Nani Chefaly)

Minhas Odaliscas!!!

Coreografia: Nas arabias!!!(Nani Chefaly)







domingo, 3 de julho de 2011

Conversa franca sobre Baby Class




A medida que os anos foram passando fui percebendo o quanto ainda erramos quanto professores de Balllet para crianças assim tão pequenas!
Lembro-me de quando comecei a trabalhar com esta faixa etaria (2 aos 6 anos) e como estava focada naquilo que eu aprendia nas minhas aulas de Ballet enquanto bailarina, buscando perfeição na simplicidade dos primeiros passos de ballet!!!
Como o Tempo é sábio!!!! Agente vai amadurecendo, se aperfeiçoando, estudando e percebe Graças a Deus os nossos erros.
Nesta faixa etaria não adianta querer cobrar, exigir demais , penalizar por não conseguir realizar determinado passo ou movimento, ou seja, excluir já q o Ballet muitas vezes é excludente, infelizmente!
É importante que o professor de Baby Class seja muito criativo, brincalhão e acima de tudo goste de criança e entenda a corporeidade do mesmo, é o momemnto em que a criança está se descobrindo corporalmente, testando seus limites, atravessando obstáculos, vencendo seus medos. Crianças desta faixa etaria tendem a serem muito expontaneas em seus gestos e movimentos... ah e quanta imaginação tem estes pequenos!!! Temos que estar abertos e atetos enquanto professores a estes momentos de enorme criatividade!!!
Muitas vezes me deparo com mães ansiosas pela primeira aula de ballet de suas filhas assim tão pequenas, e se frustram demais quando a sua "bailarina" passa a aula inteira emburrada, chorando, e não faz nada!!! Sempre explico a elas que isto é muito normal, e que aquele ditado cada um é cada um, realmente é muito válido e cabe aqui também. Não é porque a filha da vizinha faz tudo e a dela não faz que a menininha não tem lá o seu "potencial".
Mas muitas vezes a "pressão" que uma mãe faz pelo sonho de ver sua filha com aquela malha cor de rosa e coque no cabelo e sapatilhas no pé acabam causando um certo medo, repúdio na criança!Quanto mais se cobra esquecendo a espontaneidade, menos se consegue com a criança. É preciso mudar o foco! Ou seja, temos q elogiar o que ela tem de melhor e não reforçar aquilo que é negativo!!!(Já dizia o granded Mestre Vygotsky) Voce não dançou! Não vai fazer mais!
Mas elogiar o que ela fez ainda q ñ tenha feito nada, ou um simples gesto!!!
Me deparo com varias situaçoes... certa vez uma Vó veio falar comigo que a filha não ia participar do Festival De Fim de Ano pois em todas as apresentações ela ficava parada e nada fazia! (eu tinha iniciado naquela semana na escola, e a antiga professora tinha saido de lá).E depois os parentes ficavam comparando a menina com a priminha que tudo fazia! E obviamente na frente da criança deixando ela cada vez mais frustrada e receosa.



Olha o que agente faz muitas vezes sem querer, sem perceber mesmo (eu sou mãe e erro muito com a minha também) com os nossos filhos!
ah me lembrei do que eu fiz quando a Maria minha filha no meio da apresentação da dança da festa junina ela iniciou a Dança chorando, aquilo foi me dando um comichão, um nervoso e eu nada podia fazer porque eu era a professora e não tinha só a minha filha lá... senti na pele aquela frustração, mas de repente ela começou a dançar e foi que foi... fico imaginando se tivesse tido uma atitude erronea com ela, talvez teria bloqueado muitas coisa nela, já que a cobrança de ser bailarina está desde que ela estava em meu ventre.
Mas entendi que tenho q oferecer, mostrar a ela tudo que a cultura seja na Dança, na Música, na Arte enfim pode proporcionar de positivo para toda a vida dela!!!E é exatamente isto que faço!!! E ela adora!!!
Não podemos esquecer que eles ainda são muito pequenos e talvez nem entendam direito, agente os expor ao ridiculo quando fazemos este tipo de comparação. Bom perante a esta situação (da avó) resolvi fazer uma reunião com os pais para explicar o meu trabalho, como ele seria, o que estaria trabalhando enfim, e o ponto chane da reunião foi justamente este não responsabilizar seus filhos pelas suas expectativas frustradas.
Sempre digo que criança é uma caixinha de surpresa, já tive criança que não fazia nada na aula, no ensaio e quando chegou em cima do palco para minha surpresa "se soltou"!!! E o contrario também, criança que na aula fazia tudo chegar no dia da apresentação travar!!! E isto não é culpa minha, dos pais e nem mesmo da propria criança... é natural!!!Estamos falando de criança de 1 aninho, 2, 3, 4, 5 6 ... se agente que é adulto muitas vezes na vida travamos... por que ñ eles???


Bjaum

Nani

sábado, 2 de julho de 2011

Nossas Festas Juninas...

E as nossas Festas Juninas começaram com tudo!!!!VIva!!!!

















quinta-feira, 30 de junho de 2011

“LINGUAGEM DA DANÇA: ARTE E ENSINO”, DE ISABEL MARQUES



Metodologia para o Ensino de Dança é tema do novo livro de Isabel Marques

Obra percorre a trajetória artística e docente da pesquisadora ao longo dos últimos quinze anos discutindo as propostas de Rudolf Laban para o ensino de dança no mundo contemporâneo.

Contemplado em 2009 com o prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, o livro discute e aprofunda a proposta metodológica da “Dança no Contexto” (Isabel Marques/USP), relacionando-a aos estudos da linguagem e às propostas de Rudolf Laban.

A proposta metodológica da “Dança no Contexto” aborda na teoria e na prática caminhos para o ensino de dança em escolas, projetos sociais, academias e cias. de dança. O cerne dessa proposta é abrir possibilidades para que professores e alunos expandam e aprofundem os conteúdos de dança e possam relacioná-los a seus cotidianos. Esse trabalho vem sendo desenvolvido pela autora desde 1996 e agora pela primeira vez é sistematizado e publicado em livro.

“Linguagem da Dança: Arte e Ensino” é uma oportunidade para o leitor ampliar conceitos e expandir práticas sobre o ensino de dança nos dias de hoje sob uma perspectiva crítica, relacional e transformadora.

Sobre a autora - Isabel Marques, formada em Pedagogia pela USP, fez Mestrado no Laban Centre for Movement and Dance (Londres) e doutorado na Faculdade de Educação da USP/96. Pioneira no Brasil na sistematização e pesquisa na área de ensino de dança. Tem vasto trabalho que interliga pesquisa, ensino e produção artística no Brasil e no exterior.

Assessorou a SME-SP (gestão Paulo Freire), o MEC, a UNESCO na redação de documentos para inclusão da dança no currículo escolar no Brasil e na América latina. Ministrou cursos de pós-graduação em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraná, Goiás, Pernambuco, entre outros.

Fundou e dirige o Caleidos Cia. de Dança, em 1996, com trabalhos premiados pelo Programa de Fomento à Dança (SMC/SP) e pelo ProAC (SEC/SP). Autora dos livros Ensino de Dança Hoje, e Dançando na Escola, pela Cortez Editora.

Em 2001, com Fábio Brazil, fundou o Caleidos Arte e Ensino, hoje Instituto Caleidos, em São Paulo/SP, ministrando cursos, prestando assessorias e desenvolvendo trabalhos nas áreas de dança e de educação.


Sobre Rudolf Laban - Rudolf Laban (Bratislava,1879 - Inglaterra, 1958) foi um dançarino, coreógrafo e educador. Um dos fundadores da Dança Moderna Européia, o seu trabalho foi ampliado através de seus colaboradores mais famosos, Mary Wigman, Kurt Jooss e Sigurd Leeder.

Dedicou sua vida a sistematizar e conhecer a linguagem da dança em seus diversos aspectos: criação, notação, apreciação e educação, além de reformar o papel do ensino da dança, enfatizando a sua convicção de que a dança deve ser disponibilizada para todos.

A importância dos trabalhos de Rudolf Laban nas áreas de arte, psicologia, educação, arquitetura já são de reconhecimento universal. Centros universitários, de arte, de educação e companhias de dança na Inglaterra, Estados Unidos, França, Canadá, entre outros, já adotam e trabalham com os referenciais de Laban há pelo menos meio século.

Fonte:http://aprodancasc.blogspot.com

Mais um que eu indico!!!Da Menstre Isabel Marques!!!!